quarta-feira, 6 de julho de 2011

A turma de Minas



Nos anos 1990, o pop se apoderou um pouco do rock, ou o contrário. O fato é que os guitarristas mineiros começaram a tocar um refrão pegajoso e com uma batida cheia de pimenta malagueta. Foi assim com os três queridinhos de 1993: Skank, Pato Fu e Jota Quest.
  
O Skank foi um dos primeiros que descobri, apesar de não ter sido em 93. Fui ligar o nome ao som lá por 95, 96, quando estourou Garota Nacional. E no ano 2000, com a Balada do Amor Inabalável, tive a trilha sonora da minha sétima série. Com o Ao Vivo MTV, me derretia ouvindo Resposta, que é de autoria do Nando Reis. Vou deixar veio na sequência, junto com Formato Mínimo. Sim, é bem pop. Mas, ah... É bom...

A mineirada do Pato Fu trazia a suavidade da voz da Fernandinha Takai, mas nem por isso era menos rock and roll. Na verdade, das três bandas, a mais rock and roll me parece ser o Pato Fu. Conheci com Depois. E amo Perdendo dentes, Nada pra mim, Por perto e Imperfeito. Lembro de um show, quando uma operadora de celular chegou a RS e promoveu, em que eles se apresentaram depois do Ultramen e antes do Barão. Estava com a minha mãe e ela quis vir embora antes do Barão Vermelho entrar. Triste isso, rapazes! Eu tinha 12 anos.

O Jota Quest entrou no meu setlist com Fácil. Mas a banda demorou para me pegar de jeito. Hoje, respeito e gosto bastante. Mas confesso que demorei a me render aos garotos. Sempre Assim tem um balanço muito massa. E as lentinhas deles, como O que eu também não entendo, foram importantes em algumas épocas. São três bandas dos meus 12 anos, dá para se dizer. Ainda lá pros lados de Minas, e pros lado também dos anos 90’s, mas não tanto para o lado do Pop, tinha a turma do Tianastácia. Até hoje, só ouvi uma música dos caras, mas era muito boa: “Ouvi falar, loucura vem de berço...”.

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