quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dupla do Punk Pop

Quem acompanha o Rock História já sabe que o Offspring é o grande culpado por tudo isso. Tanto pela minha descoberta do rock and roll, quando pela criação deste blog para contar essas maluquices. Eu estava em casa, mudando o dial do velho rádio toca-discos (é, não tinha nem CD na minha casa naquele 1999). E de repente, sintonizo a porrada sonora (que hoje nem acho tão massa assim) The Kids aren't alright.

Lógico que eu já conhecia rock and roll, sempre ouvi Raul desde pequena, conhecia Legião, Barão Vermelho... Mas a paixão mesmo nasceu ali, com aquela guitarra sem vergonha do Offspring, aquele punk rápido, aquelas porradas na bateria. Estava feito o estrago. Desde então, carrego extremo respeito pela banda, que tem ainda Want you bad, Hit that, Original Prankster, Why don't you get a job... The Offspring, além de ser ótima, tinha os integrantes com aqueles cabelos arrepiados pra cima. Não adianta, eu me rendo ao punk. Mesmo sendo Punk Pop.

Outros caras que fizeram estrago nos anos 1990's e continuaram a fazer nos 2000’s e 2010’s, foram os três pop punkers do Green Day. Basket case foi a primeira pedra. Foi em um show realizado pela prefeitura de Sapucaia, no qual eu fui para ver Comunidade Nin-Jitsu. Antes de entrat os manos, teve uma banda chamada Mr. Burns (que cantava um refrão que dizia “tira essa blusa vermelha e põe meu cachecol”). Minha amiga Cacá também estava na plateia, mas não estávamos juntas. Eis que o vocalista pergunta “Quem gosta de Green Day aí?”. Começa o riff, ele canta e entra a bateria. A frente da prefeitura de Sapucaia vira uma roda punk e nada mais seria igual na minha vida.

Minority, She
... Green Day era uma porrada na parede, tudo que meus ouvidos adolescentes precisavam naquela época. Ficava feliz quando tocava. Depois, com o álbum American Idiot, já nos anos 2000’s, os caras continuaram a me surpreender com a faixa título, além das pedras Holliday e a balada Wake me up when september ends. Fuck, baby! This is punk, this is pop, and I like it!




Rage Against The Machine, Korn e Limp Biskit


Era porrada na orelha. O Rage é muito noventista. Acho que a primeira vez que ouvi foi no rádio mesmo, a mais clássica deles Killing In The Name (e única que conheço, pois rock pesado não é bem minha praia). Mas fui começar a curtir nos anos 2010’s, quando comece a ir ao Opinião com a Jéssica e ouvir a versão ao vivo das bandas covers do bar.



O Korn foi o queridinho da MTV durante uma ápoca, mais precisamente em 2001, quando a emissora passou a ter sinal lá em casa. Era muito louco, metal pesado e aquele vocalista insandecido. Não me apeguei muito, mas o som dos caras é respeitável.





Outro queridinho da MTV e das FM’s naquele ano foi o Limpbiskit, também noventista. A imagem do vocalista Fred Durst cantando My way com aquele boné vermelho vai ficar eternamente gravada em minha memória sempre que lembrar da MTV (que não assisto ultimamente). Todas essas bandas me passam meio batidas, mas tem o seu valor em um flashback, ou nas guitarras de bandas covers.












Lenny Kravitz

Na verdade, o cara não teve tanta influência na minha trilha sonora, mas foi protagonista de um fato curioso. Quando estava ali no fim dos 90’s e início dos 00’s, Mr. Kravitz lançou a pedra Again. E a música tinha uma batida bem marcada (tum-tum-pá, tum-tum-pá). Meu rário, na época, ficava junto com as caixas de som sobre a prateleira da parede.

Levantei o volume ao máximo ouvindo a música de Lenny e tudo tremia. As caixas, o som e a prateleira. Logo abaixo, o rack com a TV, o vídeo, essas coisas... Eis que, num segundo, a caixa tremeu, o parafuso da prateleira soltou, meu rádio veio ao chão por cima de TV, vídeo e cataplam!

Não fiz nada. Continuei sentada estática no sofá, vendo aquele terremoto sonoro. “Ca-ra-lho”, foi a única coisa que consegui pronunciar.

Levantei e tratei de desenrolar os fios e colocar tudo no lugar. Por sorte, nada foi danificado e eu entendi que aquele não era um bom lugar para um rádio. Até porque, é bem mais fácil mudar o rádio de lugar, do que baixar o volume para ouvir rock and roll.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Spin Doctors e The Wonders

Nos anos 1990, assim como em todas as outras décadas, surgiram as bandas “one hit wonder”, que vêm a ser aquelas com um único, estrondoso e badalado sucesso nas FM’s.

E uma delas foi o Spin Doctors, com a clássica Two Princes. Era um tipo de rock adolescente, meio praieiro, com guitarra e melodia legal. Conheci em um acoletânea da Rádio Pop Rock, que estava na estante de CD’s da minha prima.

Outra música que tocou muito e leva todos ao delírio sempre que toca novamente é That thing you do, trilha do filme The Wonders. Ela foi composta especialmente para o longa, que contava a história de uma banda em busca do sucesso.

É uma balada adolescente, que fala de amor, com um solinho, backing vocals e gritos a la Beatles, numa formulazinha bem clichê. Entretanto, é um baita som, que ouvimos durante os anos 1990 e continuamos a cantar nos anos 00’s.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Red Hot Chilli Peppers


Hot Dog e Xis com Pepsi

Nada mais “noventista” do que RHCP. Foi nessa década que os californianos começaram a invadir as rádios e daí para frente o sucesso persistiu mesmo nos anos 00’s. Mr. Anthony Kiedis é quem dá voz ao quarteto, que abusava do funk e rock and roll, em músicas criativas. Red Hot é o tipo de banda que você reconhece logo na introdução, mesmo que ainda não tivesse ouvido a música, ou no primeiro verso para os mais lentos.

Foi com Otherside que os caras entraram no meu ráio. Foi no ano de 2000 e não nos anos 90’s. Californication veio na sequência. Figurinhas carimbadas na MTV, logo eu já tinha assistido a todos os shows e clipes. Nos anos 00's ainda emplacaram By the way e Dani California. Apesar de nunca ter sido uma grande fã, admiro e respeito muito o Red Hot. Eles são criativos, irreverentes e têm o melhor baixista do mundo, na modesta opinião do Rock História. E foi assim.