quarta-feira, 30 de março de 2011

A Trinca do Grunge





Nirvana
Seatle é  a cidade norte-americana conhecida como o berço do movimento Grunge, a revolução musical dos anos 1990. Quando a turma dos cabeludos de camisa de flanela ligaram suas guitarras, a coisa ficou pesada. Muito pesada. O grunge foi uma porrada sonora, quando o rock estava começando a querer dar os primeiros passos “eletônicos”. Então, vieram as bandas como o Niravana: três integrantes, paulada na guitarra, porrada na bateria, calça rasgada e a volta do tênis All Star velho e encardido.

Stone Temple Pilots
Conheci o movimento com o Nirvana. Mas a primeira vez que ouvi Smells like teen spirit no rádio, não sabia que era grunge. Para mim, era apenas rock. E que riff poderoso. Mas antes disso, como toda violeira que se preze, tinha aprendido o solinho clássico de Come as you are. Descobri o Nirvana justamente na minha fase mais hard e curti muito o som de Mr. Cobain. Mas confesso que durou pouco. Depois, enchi o saco de Nirvana.

Pearl Jam
O Pearl Jam, da trupe dos grunges, é a minha preferida. Porque tem melodias lindas mesmo quando desce a porrada. Niravana ainda é muito triste – e não poderia deixar de ser, com Kurt encabeçando a bagunça. Muito ouvi Alive do Pear Jam a todo volume. Já o Stone Temple Pilots passou batido. Sei que existiram, que gravaram Junpin’ Jack Flash e curtia o riff de Plush. É, não sou muito do grunge. Falei.

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