sexta-feira, 7 de maio de 2010

Janis Joplin

Oh, Lord!

Eu sempre ouvi dizer que ela cantava muito. Foi lendo o Movimentos Culturais de Juventude que descobri a história e a importância da Janis Joplin. Assim como Jimmy Hendrix, Janis tinha um nome, uma história e um talento de impacto. E os dois pés grampeados no blues, uma garantia de qualidade no trabalho de qualquer cantor ou músico de rock and roll.

A primeira vez que ouvi a Janis foi na casa da minha prima – a “Mana”, como é chamada pela família. Ela tinha uma coletânea da Janis em sua coleção de CD’s. Sei lá por que, mas fui cair logo em Mercedes Benz, a mais conhecida. E adorei na hora. Gravei a letra na cabeça e me atrevi a tocar na guitarra uma música que não tinha acompanhamento nenhum. Era só a voz de Janis.

E foi na MTV a primeira vez que a vi em movimento. Assim como Jimmy, ela é uma figura emblemática dos Anos 60. Não há como tirar o posto de Janis Joplin, nem ninguém jamais vai se igualar a ela. Janis Joplin também é o nome de uma cadela Patora Alemã, do meu primo Júlio, que já teve os cães Pink Floyd, Led Zeppelin, Tina Turner e Rita Lee.

Tempos depis, ganhei da Rê uma coletânea de blues. E lá estava Me and Bobby McGee, outra linda canção de Janis. Além de todo visual e estilo, Janis tinha uma voz inconfundível, de uma extensão incomparável. Às vezes, ela até abusava, gritava demais, mas ela podia. Pô, ela é a Janis Joplin!

- Você lembra da primeira vez em que ouviu Janis Joplin?

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